Craig Welch apresenta uma pesquisa sobre a proporção de machos e fêmeas nas populações de tartarugas-verdes da Austrália Oriental. O estudo investiga a relação entre a temperatura das praias de nidificação e o sexo dos filhotes. Nas tartarugas-marinhas, a temperatura da areia durante a incubação dos ovos influencia essa característica. Na Ilha de Raine, um dos maiores berçários de tartarugas do mundo, os pesquisadores encontraram uma proporção de pelo menos 116 fêmeas para cada macho. O artigo também compara esses dados com populações do sul da Grande Barreira de Corais.
Além disso, o material relaciona o aumento das temperaturas às mudanças na proporção entre os sexos. A pesquisa indica que as populações de áreas mais quentes apresentam maior predominância de fêmeas. O texto também aborda outros impactos das mudanças climáticas, como a elevação do nível do mar, a erosão das praias e a perda de locais adequados para a nidificação. Dessa forma, o conteúdo permite compreender como alterações ambientais podem afetar o ciclo de vida e a reprodução das tartarugas-marinhas.
Educadores podem utilizar o material para trabalhar Biodiversidade e conservação, Mudanças Climáticas, Ecossistema marinho, Zonas Costeiras e Oceano e clima. O conteúdo permite abordar reprodução, determinação sexual, ciclo de vida, adaptação, conservação e impactos das mudanças climáticas sobre a fauna. Assim, o recurso pode ser utilizado no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente nas disciplinas de Ciências, Biologia e Geografia. A localização corresponde à Internacional/Global, com destaque para a Austrália, a Grande Barreira de Corais, a Ilha de Raine e o Oceano Pacífico.


