Carlos Fioravanti apresenta, na revista Pesquisa FAPESP, a história da Elevação do Rio Grande, uma cadeia montanhosa submersa no Atlântico Sul que esteve acima do nível do mar há cerca de 40 milhões de anos. O artigo mostra como pesquisadores reconstruíram a história geológica da região. Além disso, apresenta evidências de antigos rios, dunas, cavernas, manguezais e terraços marinhos. As pesquisas indicam que a elevação pode ter integrado uma antiga área continental relacionada ao supercontinente Gondwana.
O material também aborda as expedições realizadas pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo e por instituições brasileiras e estrangeiras. Os pesquisadores utilizaram mapeamento do fundo oceânico, coleta de rochas, análise de fraturas e estudos das placas tectônicas para investigar a formação da região. Além disso, as expedições identificaram corais, esponjas, anêmonas, bactérias e peixes de mar profundo. O artigo destaca ainda a fragilidade desse ecossistema e discute possíveis impactos da exploração de minerais presentes nas crostas de ferro e manganês. Dessa forma, o conteúdo relaciona geologia, biodiversidade e conservação dos ambientes marinhos.
Educadores podem utilizar o artigo no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Geografia, Ciências, Biologia e Física, para trabalhar Mar Profundo, Oceano Aberto, Ecossistema marinho, Biodiversidade e conservação, Ciência, tecnologia e inovação e Oceano e clima. Além disso, o material permite abordar tectônica de placas, Gondwana, evolução geológica, biodiversidade de águas profundas, recursos minerais e impactos da exploração do fundo oceânico. A localização corresponde ao Oceano Atlântico, com destaque para a Elevação do Rio Grande, no Atlântico Sul.


