Carlos Fioravanti apresenta, na revista Pesquisa FAPESP, os resultados do Censo da Vida Marinha. O programa reuniu 2.700 pesquisadores de 80 países durante dez anos. As equipes realizaram 568 expedições e identificaram pelo menos 1.200 espécies desconhecidas. O levantamento também estimou cerca de 230 mil espécies marinhas. No Brasil, os pesquisadores registraram 9.101 espécies e ampliaram o conhecimento sobre a biodiversidade da costa brasileira.
Além disso, o artigo mostra como análises genéticas ajudam a diferenciar espécies antes consideradas iguais. Os pesquisadores combinaram características morfológicas e dados genéticos para revisar a classificação de crustáceos, peixes e esponjas. O texto também apresenta expedições do Revizee e do projeto Mar-Eco: Atlântico Sul. Essas iniciativas investigaram ambientes costeiros e regiões com até 4 mil metros de profundidade. Dessa forma, o material evidencia os desafios das pesquisas no mar. Também destaca a importância das expedições para conhecer ambientes ainda pouco estudados.
Educadores podem utilizar o material para discutir Biodiversidade e conservação, Ecossistema marinho, Mar Profundo, Oceano Aberto e Ciência, tecnologia e inovação. Além disso, o conteúdo permite trabalhar biodiversidade, genética, classificação dos seres vivos e pesquisa científica. Também favorece discussões sobre a exploração e o conhecimento dos ambientes marinhos. O material atende ao Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente nas disciplinas de Ciências, Biologia e Geografia. A localização corresponde a Vários oceanos/global, com destaque para o Atlântico Sul e a costa brasileira.


