Tiago Jokura apresenta, na reportagem Berçário de corais, uma tecnologia desenvolvida pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para restaurar recifes de coral. A equipe da Biofábrica de Corais criou berços móveis para cultivar fragmentos de corais danificados. Depois de alguns meses, os pesquisadores transplantam os fragmentos para áreas que perderam sua cobertura. O projeto-piloto funciona nas piscinas naturais de Porto de Galinhas, em Pernambuco.
A reportagem explica como a técnica contribui para a recuperação de corais ameaçados. A equipe cultiva corais-de-fogo (Millepora alcicornis) e corais-cérebro (Mussismilia harttii). Além disso, o texto aborda o branqueamento causado pelo aumento da temperatura da água e pela poluição. Os pesquisadores também desenvolveram berços com impressão 3D e polímero biodegradável. As peças possuem formatos diferentes para acompanhar o crescimento de cada espécie. Dessa forma, o dispositivo facilita o cultivo e permite mudar os corais de local diante de eventos de estresse.
Educadores podem utilizar o material para discutir Recifes de coral, Ecossistema marinho, Biodiversidade e conservação, Mudanças Climáticas, Ciência, tecnologia e inovação e Zonas Costeiras. Além disso, a reportagem permite trabalhar restauração de ecossistemas, branqueamento de corais, relações entre corais e zooxantelas, impressão 3D e conservação marinha. Assim, o conteúdo atende ao Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente nas disciplinas de Ciências, Biologia, Geografia, Física e Química. A localização corresponde ao Brasil, com destaque para Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco. O texto também aborda iniciativas de restauração de recifes em diferentes países.


