Carlos Fioravanti apresenta, na reportagem As frágeis faces dos manguezais, estudos sobre a diversidade e a vulnerabilidade dos manguezais brasileiros. A Pesquisa FAPESP publicou o texto em novembro de 2020. A reportagem reúne pesquisas realizadas no Amapá, Pará, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo. Além disso, apresenta uma metodologia que simula possíveis trajetórias de vazamentos de petróleo. O método identifica áreas vulneráveis em estuários, rios e manguezais da costa norte.
A reportagem também detalha a diversidade das florestas de mangue. Os pesquisadores analisam diferenças de salinidade, chuvas, marés e características regionais. Além disso, o texto aborda o armazenamento de carbono e o controle de inundações. Também destaca a proteção da linha de costa. Os manguezais ainda oferecem áreas importantes para peixes e crustáceos. O texto discute, ainda, a presença de microplásticos, mercúrio e derivados de petróleo. Por fim, apresenta uma técnica para produzir mudas em cocos-verdes. A prática evita o uso de embalagens plásticas.
Educadores podem utilizar o material para discutir Manguezais, Estuários, Zonas Costeiras, Biodiversidade e conservação, Poluição e resíduos, Mudanças Climáticas, Serviços ecossistêmicos e Ciência, tecnologia e inovação. Além disso, a reportagem permite trabalhar ecologia, biodiversidade e conservação. Também aborda ciclos do carbono, dinâmica das marés e impactos da exploração de petróleo. O conteúdo ainda permite discutir contaminação ambiental, sensoriamento remoto e recuperação de ecossistemas. Assim, atende ao Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente nas disciplinas de Ciências, Biologia e Geografia. A localização corresponde ao Brasil, com destaque para diferentes áreas da costa brasileira.


