Igor Zolnerkevic apresenta, na revista Pesquisa FAPESP, as diferentes interpretações sobre a formação do Oceano Atlântico. O artigo investiga como as águas marinhas avançaram pelo interior do Nordeste brasileiro há cerca de 115 milhões de anos. Além disso, explica como a separação entre a América do Sul e a África contribuiu para a formação do Atlântico Sul.
O material apresenta evidências encontradas em rochas e fósseis da Chapada do Araripe e da serra do Tonã. Os pesquisadores analisaram camadas sedimentares, fósseis marinhos e marcas deixadas por antigos rios e correntes. Dessa forma, reconstruíram parte das paisagens existentes durante o período Cretáceo. O artigo também apresenta diferentes interpretações sobre a origem e o caminho das águas marinhas. Além disso, relaciona a formação dessas rochas às reservas de petróleo do pré-sal brasileiro.
Educadores podem utilizar o conteúdo no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Geografia, Ciências, Biologia, Física e Química, para trabalhar Oceano e clima, Ecossistema marinho, Estuários, Rios e Bacias Hidrográficas, Ciência, tecnologia e inovação e Biodiversidade e conservação. Além disso, o artigo permite abordar tectônica de placas, formação dos oceanos, paleogeografia, fósseis, sedimentação, evolução da paisagem e história geológica. A localização corresponde ao Brasil, com destaque para o Nordeste brasileiro, especialmente a Chapada do Araripe e a serra do Tonã, e para o Oceano Atlântico.


