Marcos Pivetta apresenta, na revista Pesquisa FAPESP, um estudo sobre a formação do istmo do Panamá. A pesquisa reafirma a hipótese de que a ponte de terra entre a América do Norte e a América do Sul se consolidou há cerca de 2,8 milhões de anos. Além disso, o trabalho reúne evidências geológicas, paleontológicas, oceanográficas e moleculares.
O artigo explica como a formação do istmo modificou a história dos continentes e dos oceanos. Em terra, a nova conexão facilitou a migração de espécies entre as Américas. Esse processo ficou conhecido como Grande Intercâmbio Americano. Nos oceanos, o fechamento do istmo separou populações marinhas do Atlântico e do Pacífico. Além disso, a formação da barreira alterou o regime das correntes marítimas. Análises genéticas de espécies marinhas também ajudaram os pesquisadores a reconstruir essa história.
Educadores podem utilizar o conteúdo no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Ciências, Biologia e Geografia, para trabalhar Ecossistema marinho, Oceano e clima, Biodiversidade e conservação e Ciência, tecnologia e inovação. Além disso, o artigo permite abordar tectônica de placas, evolução, biogeografia, fósseis, intercâmbio de espécies e formação dos oceanos. A localização corresponde ao Internacional/Global, com destaque para o Istmo do Panamá, o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico.


