Yuri Vasconcelos apresenta, na revista Pesquisa FAPESP, pesquisas sobre o uso de algas calcárias marinhas na produção de biofertilizantes para lavouras de cana-de-açúcar. O artigo explica como o granulado bioclástico, produzido a partir de algas da família Corallinaceae, pode corrigir a acidez do solo e fornecer nutrientes às plantas. Além disso, apresenta testes realizados em uma lavoura no Paraná, nos quais a aplicação do produto associada à vinhaça aumentou a produção de açúcar e álcool.
O material também descreve a ocorrência de bancos de algas calcárias na plataforma continental brasileira e os processos envolvidos na extração e no processamento do granulado. Entretanto, o artigo apresenta questionamentos sobre os impactos ambientais dessa atividade. Os rodolitos crescem lentamente e formam estruturas que oferecem abrigo e alimento para diversos organismos marinhos. Dessa forma, o conteúdo permite analisar as relações entre exploração de recursos minerais marinhos, biodiversidade, agricultura e desenvolvimento de alternativas para a produção de fertilizantes.
Educadores podem utilizar o artigo no Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Biologia, Ciências, Geografia e Química, para trabalhar Recifes de coral, Ecossistema marinho, Biodiversidade e conservação, Pesca e aquicultura e Ciência, tecnologia e inovação. Além disso, o material permite abordar rodolitos, algas calcárias, mineração oceânica, biofertilizantes, agricultura, recursos naturais, impactos ambientais e plataforma continental. A localização corresponde ao Brasil, com destaque para o litoral brasileiro, incluindo áreas da Bahia, Espírito Santo, Maranhão e outras regiões da plataforma continental.


