Com um legado intimamente ligado à exploração submarina, melhorar a saúde do oceano é fundamental para a marca de alta relojoaria Panerai. O envolvimento com a situação do meio ambiente marinho levou a manufatura a uma parceria com o COI-UNESCO – Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO – para desenvolver o programa “Ocean Literacy”, componente da ONU para a “Decade of Ocean Science for Sustainable Development” (2021-2030).

A colaboração de dois anos se concentra na educação, ciência cidadã e pelo engajamento de toda cadeia deste segmento da indústria relojoeira de luxo. Para abordar a questão da educação, a Maison Panerai lançou uma campanha entre 100 universidades do mundo para esclarecer os alunos como uma marca de luxo pode ser uma força para o bem do planeta, graças ao sério compromisso com a sustentabilidade.

Na última sexta-feira (dia 20 de maio), para dar início a esta campanha no Brasil, o diretor Amine Mediouni e a executiva de comunicação da Panerai, Marcela Roudenbush, foram recebidos na reitoria da UNIFESP, em São Paulo, para um encontro com universitários e apresentaram à eles o que têm sido realizado como compromisso da manufatura em prol da sustentabilidade.

O evento organizado pelo professor Ronaldo Christofoletti, do Instituto do Mar, teve a presença da Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Profa. Lia Bittencourt, de representantes da Agência de Inovação Tecnológica e Social, contou com mais de 100 estudantes, tanto da graduação como da pós graduação, que vieram da cidade de Santos e se juntaram a alunos do ensino médio do Colégio Guilherme Dumont Villares que tem o selo “escola azul”, concedido pela UNIFESP e Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação pela parceria travada com a UNESCO.

Anfiteatro da Reitoria com mais de 100 estudantes da UNIFESP e alunos de ensino médio de “Escola Azul”. Foto: Daniela Ramiro.

Em meio ao conteúdo projetado pelos executivos da Panerai, os presentes puderam conhecer um pouco sobre a história da Panerai (ver resumo abaixo) e as mudanças que já estão em curso na fábrica em Neuchetel, Suíça, para mitigar os impactos no meio ambiente. Ficaram em exposição modelos “ecológicos” da coleção Submersible e-Steel compostos de material reciclado assim como as pulseirascriadas por um tecido feito de PET reciclado. Circulou entre os estudantes as novas embalagens, os estojos, enviados aos compradores da marca criados com material de reuso da própria indústria.

Pertencente ao grupo Richemont, os produtos de luxo Panerai, com seu espírito de excelência, querem ir além da domínio da relojoaria com as questões da sustentabilidade. “Com a crise das mudanças climáticas estamos aplicando em todos os empreendimentos para os quais a marca dirige atenção e, na medida que a crise climática torna-se uma realidade muito presente, estamos ampliando nossos esforços para promover práticas sustentáveis, tanto nas operações internas quanto por meio da divulgação externa e de iniciativas educacionais como a realizada na UNIFESP”, explicou Marcela Roudenbush.

A ampla adesão por parte dos alunos da Universidade veio, inclusive, de encontro com os propósitos da Panerai com o programa Ocean Literacy. “Uma série de ações empreendidas por indivíduos engajados podem colher resultados significativos em melhorias para nosso planeta”, argumentou Amine Mediouni. “A Panerai está empenhada em desenvolver estratégias para um futuro sustentável, incluindo a redução de resíduos e promover a reutilização de materiais”, concluiu o diretor da marca.

O professor Ronaldo Christofoletti vê de forma muito positiva a iniciativa da Panerai com a UNESCO que, segundo ele, serve para inspirar várias outras empresas a fazer o mesmo. “Nosso objetivo é exatamente esse, aproximar setores e públicos diversos, desde uma fábrica de relógios de alta performance até os estudantes universitários e de ensino médio. Esse é o movimento da cultura oceânica da UNIFESP juntamente da UNESCO, engajar e integrar todos na cultura oceânica”.

A executiva de Comunicação da Panerai, Marcela Roudenbush, professor Ronaldo Christofoletti do Instituto do Mar e Amine Mediouni, diretor da Panerai. Foto: Daniela Ramiro.

Para a aluna de Engenharia Ambiental da UNIFESP, Gabriela Bartu Castilho Vianna, o contato com a Panerai a fez perceber que há diversas formas para as empresas se conectarem e protegerem o meio ambiente além de somente “plantarem arvores”.

Isabelle Nadas, aluna do segundo ano do ensino médio da Escola Azul presente no evento disse que o conteúdo trazido por uma marca como Panerai ampliou os horizontes para ela e os colegas: “principalmente quanto ao que vamos escolher para nosso futuro”, disse a jovem de 15 anos.

No término do encontro, os executivos da Panerai fizeram um convite à todos para no segundo semestre organizarem um dia de coleta de plásticos na cidade de Santos e assim contribuírem com os esforços de limpeza dos oceanos.

Panerai

Fundada em Florença em 1860 como oficina, loja e posteriormente escola de relojoaria, por muitas décadas a Panerai forneceu à Marinha italiana instrumentos de precisão, particularmente para seu corpo de mergulho especializado.

O design desenvolvido pela Panerai naquela época, incluindo o Luminor e Radiomir, foram incorporados pela Lei dos Segredos Militares durante muitos anos e somente lançado no mercado internacional após a aquisição da marca pelo Grupo Richemont, em 1997.

Hoje a Panerai desenvolve e fabrica seus movimentos e relógios em sua manufatura em Neuchâtel, Suíça. São uma combinação perfeita do estilo de design italiano e a histórica experiência relojoeira suíça. Os relógios Panerai são vendidos em todo o mundo através de uma rede exclusiva de distribuidores e boutiques Panerai.

www.panerai.com

www.facebook.com/paneraiofficial

www.twitter.com/paneraiofficial

www.instagram.com/panerai

Deixe um comentário