André Julião, da Agência FAPESP, apresenta a reportagem América aquática, publicada pela Pesquisa FAPESP em outubro de 2016. O texto analisa a diversidade de peixes da América do Sul e os impactos da degradação dos hábitats aquáticos. A reportagem estima cerca de 9 mil espécies de peixes no continente. Além disso, compara os níveis de ameaça com os registrados na América do Norte e na Europa.
A reportagem destaca rios, riachos, lagoas costeiras, estuários, manguezais e ambientes marinhos. Além disso, mostra como desmatamento, urbanização, barragens, dragagens, espécies exóticas e poluição alteram esses ambientes. O texto também aborda a presença de microplásticos em manguezais e seus possíveis efeitos sobre peixes e outros organismos. Por outro lado, apresenta experiências de manejo comunitário do pirarucu na Amazônia. Assim, a reportagem relaciona pesquisa científica, conservação da biodiversidade, pesca e uso sustentável dos recursos aquáticos.
Educadores podem utilizar o material para discutir Biodiversidade e conservação, Rios e Bacias Hidrográficas, Estuários, Manguezais, Lagos e lagoas, Ecossistema marinho, Pesca e aquicultura, Poluição e resíduos e Serviços ecossistêmicos. Além disso, o texto permite trabalhar cadeias alimentares, espécies endêmicas, impactos ambientais, conservação e manejo comunitário. Dessa forma, o conteúdo atende ao Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Ciências, Biologia, Geografia e Sociologia. A localização corresponde a Brasil e Internacional/Global, pois a reportagem aborda diferentes regiões da América do Sul e estabelece comparações com a América do Norte e a Europa.


