David Gruber apresenta, na seção Fotolab da Pesquisa FAPESP, a fotografia de colônias do tunicado Pirosoma atlanticum. Esses organismos marinhos vivem em águas profundas e escuras. Quando recebem um estímulo, como um toque ou um facho de luz, emitem uma luz azul-esverdeada. Além disso, suas colônias formam estruturas esponjosas que podem alcançar 15 metros de comprimento.
A publicação também explica o mecanismo responsável pela bioluminescência desses animais. Os pesquisadores identificaram a enzima luciferase, denominada PyroLuc, como responsável pela produção da luz. Entretanto, o benefício desse brilho para os organismos ainda permanece desconhecido. Dessa forma, o material aproxima os estudantes de conceitos de biologia e bioquímica. Também mostra como a pesquisa científica pode investigar mecanismos presentes em organismos marinhos.
Educadores podem utilizar o material para discutir Mar Profundo, Ecossistema marinho, Biodiversidade e conservação e Ciência, tecnologia e inovação. Além disso, a publicação permite trabalhar bioluminescência, organismos coloniais, enzimas e mecanismos bioquímicos. Assim, o conteúdo atende ao Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente nas disciplinas de Ciências, Biologia e Química. A localização corresponde a Sem localização específica, pois a publicação não informa o local onde os organismos foram observados.


