Maya Wei-Haas apresenta, na National Geographic, a reportagem “O Mediterrâneo quase secou, mas foi salvo por um dilúvio”, que investiga a história geológica do Mar Mediterrâneo e sua reconexão com o Oceano Atlântico há cerca de 5,3 milhões de anos. O texto reúne evidências de depósitos de sal, fósseis e sedimentos para discutir a hipótese de que a bacia mediterrânea quase secou durante a chamada crise de salinidade messiniana. A reportagem também apresenta estimativas sobre a megainundação que teria reabastecido a bacia pelo Estreito de Gibraltar.
Além disso, o conteúdo explica como movimentos tectônicos, erosão, sedimentação e circulação da água participaram das transformações do Mediterrâneo. Os pesquisadores analisam o fundo marinho por meio de dados sísmicos e investigam depósitos que podem registrar a antiga inundação. O texto também relaciona a dinâmica do Mediterrâneo à circulação global dos oceanos e destaca a importância de compreender mudanças do passado diante do atual aquecimento do planeta.
Educadores podem utilizar o recurso no Ensino Fundamental II e Ensino Médio, principalmente em Ciências, Geografia e Física. A reportagem pode apoiar estudos sobre tempo geológico, tectônica de placas, erosão, sedimentação, circulação oceânica, mudanças ambientais e formação das paisagens. Entre os temas da Maré de Ciência, relaciona-se a Oceano e clima, Mudanças Climáticas, Oceano Aberto e Biodiversidade e conservação. A localização corresponde ao Mar Mediterrâneo e ao Oceano Atlântico, classificados como Internacional/Global.


