Marcos Pivetta apresenta a reportagem Recifes na foz do Amazonas, publicada pela Pesquisa FAPESP. O texto aborda a descoberta de ambientes recifais próximos à foz do rio Amazonas. A região fica entre os estados do Pará e do Amapá. O estudo identificou pelo menos 38 espécies de corais em áreas de pouca profundidade e na zona mesofótica.
A reportagem explica como a água doce e os sedimentos do Amazonas alteram as condições do oceano. Esses fatores reduzem a luminosidade e modificam a salinidade da região. Ainda assim, os pesquisadores encontraram corais em profundidades entre 30 e 125 metros. O estudo também identifica octocorais, corais pétreos, corais negros e hidrocorais. Além disso, o texto apresenta uma possível conexão evolutiva entre os corais do Caribe e os do Norte do Brasil. A reportagem também discute os efeitos das mudanças climáticas sobre os recifes de Abrolhos. Nesse contexto, relaciona o aquecimento do Atlântico a processos climáticos associados à Antártica.
Educadores podem utilizar o material para discutir Recifes de coral, Ecossistema marinho, Zonas Costeiras, Biodiversidade e conservação, Oceano e clima, Mudanças Climáticas e Antártica. Além disso, o texto permite trabalhar biodiversidade, relações entre rios e oceanos, distribuição de espécies e pesquisa científica. Também possibilita discutir tecnologias usadas em ambientes marinhos de difícil acesso. O material é indicado para Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Ciências, Biologia, Geografia e Física. A localização é Brasil, com destaque para a foz do Amazonas, entre Pará e Amapá, e para Abrolhos, na Bahia.


