Marcos de Oliveira apresenta, na revista Pesquisa FAPESP, cinco projetos brasileiros de robôs aquáticos desenvolvidos para atuar em ambientes de difícil acesso. As máquinas podem operar em mares, rios, lagos e represas. Além disso, o artigo mostra aplicações na inspeção de estruturas, na pesquisa científica e no monitoramento ambiental. Entre os projetos, estão veículos destinados à Amazônia, à Antártica e ao litoral brasileiro.
O material também explica o funcionamento de diferentes veículos submersíveis. O Luma utiliza câmeras e sensores para investigar o fundo do mar antártico e registrar organismos marinhos. Já o Pirajuba foi projetado como veículo autônomo para missões oceanográficas. O Laurs pode atuar em grandes profundidades, enquanto o Jaú realiza inspeções em rios, barragens e estruturas submersas. Além disso, o Chico Mendes combina rodas, sensores, baterias e painéis solares para circular em diferentes terrenos. Dessa forma, o artigo mostra como robótica, sensores, sistemas de navegação e softwares ampliam as possibilidades de pesquisa e monitoramento em ambientes aquáticos.
Educadores podem utilizar o conteúdo no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Superior, especialmente em Ciências, Física, Matemática, Geografia, Biologia e Química, para trabalhar Ciência, tecnologia e inovação, Ecossistema marinho, Mar Profundo, Oceano Aberto, Rios e Bacias Hidrográficas, Antártica e Biodiversidade e conservação. Além disso, o material permite abordar robótica, veículos autônomos, sensores, hidrodinâmica, navegação, engenharia submarina e pesquisa ambiental. A localização corresponde ao Brasil, com destaque para a Amazônia, rios e litoral brasileiro, além da Antártica e de outros ambientes oceânicos.


